Um tribunal da Filadélfia, Pensilvânia, julga, desde o dia de ontem (26/03), o Monsenhor William Lynn (foto), da Igreja Católica dos Estados Unidos acusado de não ter
afastado das funções os padres denunciados por abuso.
O advogado de Lynn,
Thomas Bergstrom, disse que su cliente não tinha poder hierárquico suficiente
para esse afastamento.
A defesa questiona, além disso, a credibilidade
das duas supostas vítimas, que possuem histórico de abuso de drogas, e que
também estariam atrás de uma indenização econômica milionária de parte da
arquidiocese, num outro julgamento civil.
"O abuso sexual de crianças é
imperdoável. Monsenhor Lynn sabe que é um crime horrendo. Ele, e talvez ninguém
mais do que ele, tentou agir contra isto", destacou Bergstrom.
Fonte: Internet / Bol

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